VASCÃO NA PONTA

Um clube que completou nesta noite 38 rodadas no G4 do Brasileirão, merece muito estar onde está o Vasco hoje: topo da tabela.

Mesmo que amanhão o Galo recupere a liderança.

Gostei mais do primeiro tempo do clássico aqui do Engenhão: Carlos Alberto muito bem; driblando, criando jogadas, chutando em gol e quase marcando.

O Bota com Seedorf parece um carro com roda presa. Não consegue ter agilidade, velocidade. Não oferece perigo ao gol adversário.

Foi assim contra o Grêmio. Hoje, novamente.

No Vasco, apesar da vitória, não gostei do Eder Luis. Juninho jogou muito e Alecsandro estave no lugar certo. Romário sempre dizia que, para um atacante, basta o gol e pronto.

No Bota, não gostei do Lucas Zen (substituído no intervalo) e do Renato. Ambos não jogam nada faz um bom tempo.

A luz amarelinha já pisca no time de Osvaldo. A chama está acesa na Colina e no sábado vou até o Beira-Rio conferir Inter x Vasco, sem o Reizinho.

Antes, nesta quinta, eu volto ao Engenhão para relatar como vai ser o novo Mengão de Dorival Júnior contra a imprevisível Portuguesa.

Té amanhã!

Existem 3 comentários para este post
  1. Ed at 00:06

    Anote ai Clarisse… Abelix perdeu mais 3 pontos. Pura burrice ( desculpe-me os burros…). Escalou um time covarde, foi covarde e depois como sempre, com sangue nos olhos escalou 537 atacantes e tornou um time um bando… se ficasse no Rio treinando e predesse por W.O seria melhor…

    Foooooooooooooooooora Abel………

  2. Gilvan de Castro at 00:29

    Valeu, Evaldo! Fiquei impressionado com a declaração do Juninho de que a idade não o impedirá de jogar em excelente nível! Parabéns pela narração!

  3. Marck at 15:00

    Ed,

    O que o Abel está querendo? férias?
    Que maluco…
    Com um elenco desse, e me faz um papelão gigantesco…
    Eu preciso de um Site, ou blog, onde eu possa me atualizar das notícias dos times cariocas, pois não entendo para onde foram os jogadores do Fluminense?

    Cadê o He-Man, Sobys, Carlinhos, Marquinhos, Valência, Diguinho, e um monte de jogadores que não ouvi mais falar?

    Vai saber o que quer essa Unimed!
    Sem conjunto e continuidade no trabalho, não dá pra chegar lá.

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